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ILHÉUS: CIRANDA, ILHÉUS NA PRAÇA REÚNE ARTE, CULTURA E GASTRONOMIA NUM SÓ LUGAR

Ciranda, Ilhéus na Praça. Espaço público tomado por famílias. Foto Lucivan Peixoto

Quem passava pela Praça Antônio Viana, no centro de Ilhéus, ouvia em alto e bom tom o coro de vozes das crianças, durante a contação de histórias, na tarde do último sábado, 3 de novembro. Movimentado com pessoas e boas práticas, o Projeto “Ciranda, Ilhéus na Praça” reuniu gastronomia, música, arte, armário solidário, cultura, alegria, diversão, mas, acima de tudo, a ocupação de um espaço público para a família e a garotada curtir a programação.

A iniciativa é a décima ação realizada por um grupo de moradores do bairro Cidade Nova. Segundo eles, a ideia de convivência precisava partir para a prática. “A Ciranda, Ilhéus na Praça” tem como objetivo oportunizar às crianças e a comunidade o acesso à leitura de qualidade, transformando o ato de ler em um momento de lazer, diversão e educação”, comentaram os idealizadores.

No local, a economia criativa deu lugar a expositores, a maioria deles vinda de projetos sociais do município. Assim, foi possível presenciar ações de formação artístico-cultural, a valorização e o fomento da economia solidária e produção colaborativa. Entre uma conversa e outra, ideias que viabilizam a criação de um circuito permanente de cultura e reconstrução do conceito de comunidade. Não podia ficar de fora, a música do cantor Cijay, do Tropicus Gruvi Orquestra.

Projeto Troca de livros – “Trocando livros novos e usados, você aumenta seu conhecimento e gasta pouco”. O enunciado chamou atenção do público nas redes sociais e o resultado foi surpreendente, como contou a psicóloga Edla Soares, uma das organizadoras do Ciranda. “Num mundo tecnológico, onde cada vez mais pessoas estão lendo cada vez menos, a Ciranda chega para dar valorização à todas as formas de se fazer arte, principalmente a leitura”.

Ao prestigiar o evento, o prefeito Mário Alexandre disse que iniciativas como esta levantam o estímulo da população de um modo geral. “Espero que aconteça em outras praças do município. A parceria com entidades e pessoas que pensam a cidade é assertiva, quando o objetivo é promover o reconhecimento da identidade individual e coletiva. Estou feliz e fiz questão de vir pessoalmente trazer um livro para trocar”, expressou.

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